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Moedagem pestífera

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Peste negra (ou morte negra) é o nome pela qual ficou conhecida uma das mais devastadoras pandemias na história humana, resultando na morte de 75 a 200 milhões de pessoas na Eurásia. Somente no continente europeu, estima-se que tenha vitimado pelo menos 1/3 da população, durante o período considerado o auge da peste, entre os anos de 1346 e 1353. A doença é causada pela bactéria Yersinia Pestis, transmitida ao ser humano através das pulgas dos ratos pretos ou através de outros roedores.
Nessa época os brasileiros se resumiam às populações indígenas que habitavam a região. Acredita-se que a peste tenha surgido nas planícies áridas da Ásia Central, região que compreende as estepes, montanhas e desertos entre o leste do mar Cáspio e o centro-oeste da China, entre o norte do Irão e Afeganistão, e o sul da Sibéria, e foi se espalhando principalmente pela rota da seda, alcançando a Criméia em 1343. No total, a praga pode ter reduzido a população mundial de em torno de 450 milhões de pessoa…

Conde de Óbidos

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ÓBIDOS, Vila na Província da Estremadura. Desta Vila foi feito Conde D. Vasco Mascarenhas, de que tirou carta a 22 de Dezembro de 1636, que está na Chancelaria do dito ano, livro 27, pág 210. Depois quando passou por Vice-Rei do Estado do Brasil, El-Rei D. Afonso VI lhe mercê, entre outras, de Conde de Óbidos de juro para todos os seus sucessores na forma da Lei Mental, de que se lhe passou carta a 14 de Abril do ano de 1663, que está na sua Chancelaria, livro 27, pag. 211.
A varonia desta Casa é de Mascarenhas, a mesma escrita na casa de Gouveia, por ser D. Vasco Mascarenhas irmão de D. João Mascarenhas, 2º Conde de Santa Gruz, e filho quarto de D. Fernão Martins Mascarenhas, Senhor de Lavre, e Estepa, Comendador de Mértola, e de sua mulher Dona Maria de Lencastre, filha de D. Diniz de Lencastre. D. Vasco Mascarenhas, 1º Conde de Óbidos, serviu em Flandes, foi Governador, e Capitão General do Reino do Algarve, e Governador das Armas na Província de Alentejo, Vice-Rei da Índia, e depo…

O Banco Comercial do Rio de Janeiro

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O aparecimento da moeda e dos bancos no Rio de Janeiro foi conseqüência da posição geográfica e da importância econômica e política da região. É uma cidade litorânea onde o porto foi estratégico na formação de um mercado interno, indispensável para a monetização da economia e para o surgimento de bancos. Do grande comércio exportador, emergiram as elites responsáveis pelo crédito que passou das mãos de prestamistas individuais para o controle de bancos comerciais.

A vinda do Estado Português para o Brasil, em 1808, foi decisiva para consolidar a importância política, econômica e cultural da região. A necessidade de financiar os gastos governamentais deu origem ao Banco do Brasil, que concentrou as suas atividades no Rio de Janeiro e contribuiu, através da emissão de notas bancárias, com o desenvolvimento do mercado local.

A expansão da cultura do café possibilitou a formação do Banco do Commercio do Rio de Janeiro, o primeiro banco privado dessa localidade. Contudo, a organização de …